quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

PEREGRINANDO PELOS VALES.

                                               PEREGRINANDO PELOS VALES.
                                                                                                Jonas Dias de Souza[1]
                       
A palavra “vale” na Bíblia é associada à provas e lutas. Nestes  tempos modernos passamos por diferentes vales quando comparados aos tempos de antanho. Não existe tempo melhor que o outro. Embora as vezes podemos sentir nostalgias de tempos passados, a Bíblia ensina em Eclesiastes que cada coisa acontece em seu próprio tempo. Ocorre que temos uma tendência a sentirmos uma nostalgia daquilo que nos fez felizes e deixarmos de lado ou suprimimos mesmo que num processo inconsciente os momentos de tristeza.
O que não podemos esquecer é que não nos cabe sentir tristeza quando temos Cristo indo conosco, ao nosso lado, nos sustentando e por muitas sendo até mesmo o timoneiro. “Se Cristo comigo vai eu irei ”, assim diz um hino muito conhecido, a verdade que ele expressa, a nossa alma sente ao passar pelos vales e ver a figura de Cristo revelando a Graça de Deus. Isto acontece por um favor de Deus para conosco e para o mundo perdido, e esta Graça é que deve nos bastar e somente, e somente só em Jesus Cristo podemos encontrar esta Graça que mais doce que todas as alegrias e bens terrenos.
“Se pelos vales eu peregrino vou andar”, que seja peregrinando com Cristo. A vida do crente não é livre de lutas contra o pecado, contra as agruras da vida. Mas é uma luta que objetiva o fim de todas as coisas. E qual é o fim de todas as coisas? O fim de todas as coisas não é nada mais do que uma vida eterna. Esta vida eterna será ao lado de Cristo que obtemos graças ao Sangue glorioso vertido na cruz,  ou no lago de enxofre, que muitos julgam ser uma metáfora. Esta separação eterna da presença de Deus é que será a segunda morte. A morte espiritual será muito pior do que a morte física.
Ao passarmos pelo vale e chegarmos nas planícies veremos o quanto Jesus nos ajudou. E aí? Deveremos voltar ao vale? O lema dos fuzileiros navais é “nenhum ferido para trás”.  Então podemos voltar ao vale, desta vez armados com a armadura de Deus e realizar o resgate das almas feridas. Como se dá este resgate? Através da proclamação do Evangelho de Cristo aos perdidos. Através da sustentação de nossa  família em oração. Toda vez que nos prostramos de joelhos e intercedemos em favor de nossos familiares que ainda não aceitaram a Cristo, estamos fazendo uma devassa nas obras das hostes da maldade. Outrossim, devemos lembrar que passamos somente pelo vale da sombra da morte com a exclusiva permissão divina, e este Deus o qual servimos já providenciou o resgate necessário para mostrar que Ele é a Luz do mundo.  Cristo é o resplendor dos céus que veio para trazer aos cativos a Boa Nova. Esta Boa nova, é uma Graça Inaudita que alcança a ovelha longe do redil. Este Bom Pastor nos ama e nos toma em seus braços e nos conduz para a fonte de águas vivas. Outrora nos vales, estávamos a mercê das obras e das influências da maldade, agora, com as feridas embalsamadas pelo amor de Cristo, cantamos alegre. Este nosso canto estridente (Hinos de Louvor) abala a confiança dos encarregados da perdição e ao mesmo tempo ecoa em todo o vale, mostrando aos peregrinos que existe uma saída do labirinto de dor que é Jesus Cristo. Agora, no redil, nós cantamos “Firmes nas promessas de Jesus o Cristo”.
E seguimos Salmodiando:
O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará.
Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.
Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias.




[1] Servo de Deus. Congrega na Assembleia de Deus Missões na cidade de São João del-Rei/MG. Graduado em Filosofia pela UFSJ. Estudante de Teologia da EETAD.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

O ANO ACEITÁVEL DO SENHOR VERSUS O DIA DA IRA DE DEUS: O PAPEL DA IGREJA NESTE INTERLÚDIO.




O ANO ACEITÁVEL DO SENHOR VERSUS O DIA DA IRA DE DEUS: O PAPEL DA IGREJA NESTE INTERLÚDIO.
Jonas Dias de Souza[1]

                Cerca de sete séculos antes da vinda de Cristo, uma profecia do profeta Isaías anunciava dois eventos cruciais para o povo escolhido por Deus. Dois eventos que até hoje impactam a vida da igreja. No entanto, preocupadas com questões menos importantes a humanidade segue seu caminho sem perceber que a cada dia nos aproximamos do ápice do que foi  e é, e ainda deverá ser anunciado. Temos em mente a questão da Salvação. A proclamação da salvação anunciada no livro de Isaías, teve sua primeira parte cumprida quando Jesus (narrado por Lucas) realizou a leitura no templo.      “O Espírito do Senhor JEOVÁ  está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos e a abertura de prisão aos presos.” (Isaías 61.1) Percebemos por uma leitura atenta da Bíblia, a interrupção que Jesus fez, parando no versículo dois. “E cerrando o livro e tornando a dá-lo ao ministro, assentou-se; e os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele.” (Lucas 4.20)
                Não cansamos de afirmar sobre a necessidade de lermos a Bíblia como uma unidade e não fragmentada, mesmo sabendo da dificuldade que é ler toda a Bíblia em uma seqüência. Mas temos que manter na mente que este conjunto de livros é em verdade um livro só, que mostra o curso da história debaixo da batuta de um maestro que é ao mesmo tempo o criador desta orquestra denominada universo. A bíblia é uma obra única, embora escrita por várias pessoas diretamente inspirada pelo Espírito santo de Deus. Isto nos recomenda ler Isaías 50 a 60. Nestes dois capítulos vemos que o chamado ao arrependimento anda junto com a promessa da redenção. Esta salvação deve ser anunciada por alguém que recebeu a unção do Espírito Santo, que naquele momento de Isaías é a anunciação da vinda de Cristo à terra.  Cristo veio como servo para cumprir uma missão de redenção da humanidade, e ainda hoje neste espaço entre “o ano aceitável do Senhor” e “o dia da ira de Deus” a igreja deve continuar a missão de anunciar a necessidade de arrependimento para alcançar a salvação. Isaías 61, é na visão de alguns estudiosos (ideia que compartilhamos) uma explicação do que vem escrito nos capítulos

sábado, 20 de fevereiro de 2016

ESTUDOS SOBRE ORAÇÃO: A SOLICITAÇÃO DA AJUDA QUE VEM DO ALTO


A SOLICITAÇÃO DA AJUDA QUE VEM DO ALTO.
Jonas Dias de Souza

Porque escrever sobre ORAÇÃO? Há quem diga que orar se aprende orando, esta é uma verdade. Mas é preciso estudar sobre a oração. Saber suas bases bíblicas. Saber que esta forma de conversar com Deus, é uma arma poderosa nas mãos dos Cristãos.
Deus vinha até o jardim conversar com o homem no início da criação. Isto era uma demonstração de que Ele gostava de ouvir o homem. Saber o que ele pensava. O que sentia e o que desejava.
Hoje, Ele ainda gosta de nos ouvir. E a oração é nada mais que falarmos para Deus dos nossos anseios e ansiedades. Das nossas alegrias e tristezas. Das nossas expectativas com relação à vida. Deus pode nos falar de várias maneiras, mas, somente através da oração nós podemos falar com Ele.
Imagine se toda vez que sentasse com seu pai terreno para conversar você dissesse as mesmas coisas. Seria muito chato não? Por isto é que a oração deve ser espontânea. Sair do âmago do coração. Do mais profundo interior de nosso ser, e dizermos a Deus. Podemos pedir, implorar, agradecer, e apenas gemer. É isto mesmo. Até os nossos gemidos inexprimíveis são entendidos por Deus. O Espírito santo se encarrega de traduzir para Deus aquilo que a nossa dor na alma não consegue deixar-nos verbalizar.
É por isto que tão importante quanto orar é saber sobre orar. Como e quando e de que forma. Saber biblicamente, para podermos orar de forma que Deus se agrade de nossas palavras. 



Oração: Uma aproximação da pessoa a Deus por meio de palavras ou do pensamento, em particular ou em público.
Inclui:

domingo, 14 de fevereiro de 2016

RELATIVISMO RELIGIOSO: O PERIGO QUE ENFRENTA A APOLOGÉTICA.





RELATIVISMO RELIGIOSO: O PERIGO QUE ENFRENTA A APOLOGÉTICA.
Jonas Dias de Souza[1]

Na Pós-modernidade é comum ouvirmos a expressão “todos os caminhos levam a Deus”.  A facilidade de difusão de culturas, crenças e religiosidades por meio da internete e da facilidade ao acesso da mídia, expande cada vez mais esta noção, de que todos os caminhos levam a Deus. Dentro deste pensamento se um religioso distribui por voluntariedade ajuda aos pobres, o senso-comum coloca neste ato um caminho para alcançar a Deus. Não somos contra a necessidade do serviço social, pelo contrário, acreditamos nos ensinamentos de que a Caridade anda em conjunto com a Fé.  “Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé e não tiver as obras?” (Tiago 2.14ª). O que não podemos fazer é entrar no senso comum do relativismo religioso e abrirmos concessões para a invasão de doutrinas espúrias que confrontem aquelas doutrinas bíblicas. A bíblia é a razão do nosso caminhar, e sendo a bússola do Cristão, não podemos enxergar o que ela não diz. Não encontramos na bíblia a idéia de sincretismo religioso.  As religiões que afastavam o povo de Deus de seus caminhos eram combatidas com veemência. Não podemos admitir contudo, que baseado na bíblia, sejamos autores de violências contra aquelas pessoas que praticam a religiosidade confrontante com as verdades do critianismo.
A violência é inaceitável em todas as suas formas, até mesmo porque, teríamos que cortar (literalmente) a própria carne e também metaforicamente, expurgando de nosso meio falsas ovelhas. O problema maior no que concerne às heresias está no fato de que elas nascem no nosso meio.  Culpamos o diabo por uma coisa que ele não faz, e esquecemos de olhar para o interior de nossos púlpitos. “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que não entra pela porta no curral das ovelhas, mas sobe por outra parte, é ladrão e salteador.” (João 10.1) Os ladrões e saltadores estão naqueles que permitem os elementos sincréticos em seus cultos com desculpa de que estamos vivendo uma época da tolerância religiosa. O que vemos? Elementos de cultos afros dentro do “cristianismo”. Um altar que reúne o romanismo, o espiritismo e o cristianismo, e que mais confusão coloca no meio. Podemos debater as religiões no campo das idéias, sem que nos matemos e nos espanquemos. Infelizmente, este posicionamento é visto como retrógrado e quadrado. Mas isto é apologética.  Princípios bíblicos são inegociáveis. O principal objeto de negociação dentro do sincretismo é a SOBERANIA DE DEUS.  Isto mesmo. Quando abrimos mão de princípios bíblicos e subimos ao altar com outros deuses (pois é isto que acontece) estamos dividindo com eles a adoração que é devida somente ao Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Não há doutrina bíblica que apóie a junção destas religiosidades. Se tal acontece é por mera liberalidade humana. O único caminho de Salvação é Jesus Cristo, e a única palavra de Deus sobre isto é a Bíblia. O que falta nesta era pós moderna é evangélico que seja comprometido com a singularidade de Cristo. Se a Bíblia rejeita o fato de que há outros caminhos que levam a Deus, devemos rejeitá-lo também. Este sincretismo e relativismo religioso que impera atualmente é a forma popular de pensar que todas as religiões levam a Deus.
A religião é justamente o esforço da humanidade em evitar a verdade de Deus. Que sentido há em pregarmos e divulgarmos e ensinarmos a Bíblia se todas as religiões levam a Deus? Ateístas e Teístas navegam no mesmo barco se assim o crermos. Dizemos não à violência, mas dizemos sim para uma apologética centralizada no conhecimento da Bíblia. Bíblia aliás que deve ser estudada como uma unidade e não fragmentada, como acontece hoje. Lamentavelmente, vemos, um versículo tomado de forma isolada e uma tessitura de conhecimentos culturais desfiados a guisa de pregação, tem-se filósofos (nos quais me enquadro), psicólogos, professores e doutores e pouquíssimos pregadores genuínos da Bíblia.
Há um só caminho que é Jesus Cristo. Os demais são esforços para atingir este caminho, mas são esforços vãos.  Nos resta o consolo de a Palavra de Deus não volta vazia. “Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, mas regam a terra e a fazem produzir, e brotar, e dar semente ao semeador e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia; antes, fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei.” (Isaías 55.11-12)





[1] Servo de Deus. Graduado em Filosofia pela UFSJ. Estudante de Teologia pela EETAD. Congrega na Assembleia de Deus Missões em São João del-Rei.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

A PASSAGEM MAIS BONITA DA BÍBLIA: O CORAÇÃO DE TODAS AS PROFECIAS.







A PASSAGEM MAIS BONITA DA BÍBLIA: O CORAÇÃO DE TODAS AS PROFECIAS.
Jonas Dias de Souza[1]

            Eu ouvi isto de um Pastor da Assembleia de Deus. Pastor José Santana (na época) da Assembleia de Deus da cidade de Santa Cruz de Minas em Minas Gerais. Para que não sabe, é a menor cidade do Brasil em termos geográficos. Mas nem por isto deixa de possuir os problemas de uma cidade normal.
            Mas a Assembleia de Deus está ali firme com sua liturgia bem elaborada e sua doutrina, que é apologética, considerados os desvios vislumbrados nesta seara evangélica (que é grande) e onde os obreiros continuam sendo poucos. Mas o que isto tem a ver com a passagem mais bonita da Bíblia? Existe de fato uma passagem que se destaca na Bíblia? Segundo o Pastor Santana, trata-se de Isaías 53.
            Discorremos então sobre Isaías 53 que é uma profecia messiânica, ou seja, ela trata do Messias que viria como de fato meio, para nos justificar, nos salvar, para carregar toda a nossa carga de pecado. Isaías 53 foi escrito cerca de setecentos anos antes do nascimento de Cristo, mas foi escrito de tal forma que parece o relato de uma testemunha da crucificação. Ao lermos a Epístola de Pedro, percebemos que ele utiliza trechos de Isaías no lugar de relatos testemunhais.
           
            Vejamos:

            “Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois também que cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos, o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca; pois ele quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente, carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados. Porque estáveis desgarrados como ovelhas; agora, porém, vos convertestes ao Pastor e Bispo de vossa alma.” (1 Pedro 2.21-25) (ARA)

            Cristo deve ser o nosso exemplo numa vida irrepreensível, devemos evita a auto-defesa e a vingança. Esta auto-defesa é aquela feita pela nossa língua quando sofremos um ultraje de nossos irmãos, devemos confiar na soberania de Deus e em sua justiça. Ao mesmo tempo louvamos a Deus na pessoa de Cristo de Jesus, pelo sofrimento substitutivo que resgatou a dívida a nós atribuída, e reconhecemos sua soberania como Pastor e Bispo de nossas almas. Outrora vagueávamos em nossas vãs futilidades, agora submetemo-nos ao Senhor Deus que como Pastor reúne as suas ovelhas no aprisco.

            Isaías 53 traz por oito vezes

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Bíblia Católica X Bíblia Protestante




Bíblia Católica X Bíblia Protestante
Jonas Dias de Souza[1]
É muito comum presenciarmos disputas sobre tal ou tal Bíblia. Com ardor uns defendem a Bíblia Católica, outros apaixonadamente defendem a Bíblia protestante.  Fato é que na grande maioria das vezes nem uma e nem outra tem a leitura que deveria.  Desde minha adolescência escuto uma brincadeira, que ilustra bem o fato de que as Bíblias não têm a leitura que merecem. Trata-se de uma pergunta sobre qual a diferença da Bíblia católica e a Bíblia Protestante. A resposta em tom de jocosidade é que uma cheira a mofo e outra cheira a “cêcê” ou suor, numa alusão de que bíblias católicas enfeitam estantes e escrivaninhas e bíblias protestantes enfeitam sovacos. O humor por vezes tem um fundo de verdade, e a pilhéria serve para alertar sobre situações sérias de uma forma sutil.  Seria esta uma disputa necessária?
Fará diferença esta discussão que toma energia, tempo e na maioria se limita a um falatório. O que afirmamos é que a energia consumida na defesa, muitas vezes é desprovida de uma análise que leve em conta as doutrinas existentes nos chamados Livros Apócrifos e em traduções livres.
O Novo Testamento é idêntico em ambas as publicações no que concerne ao número de livros. O Antigo Testamento possui na publicação católica alguns livros a mais.  A Bíblia impressa e destinada ao público católico possui  73 livros, ao passo que a destinada ao público protestante possui 66 livros. Acrescente-se a esta diferença os aditamentos em alguns livros da publicação católica.  Para entender esta controvérsia é importante entendermos o que é um Concílio. O vocábulo assume o significado principal de tribunal. Confiram Marcos 13.9 na Almeida Revista e Corrigida (ARC).
“Os chamados livros apócrifos