sábado, 13 de dezembro de 2014

Respondendo ao leitor: É possível a Conversão nos últimos suspiros de vida?




Respondendo ao leitor:  É possível a Conversão nos últimos suspiros de vida?
Jonas Dias de Souza[1]

No formulário de contato do Blog é possível ao leitor apresentar suas dúvidas, críticas e sugestões. Desta feita, responderemos a um questionamento sobre a conversão de pessoas que durante sua vida levaram uma existência desregrada, e no último suspiro de vida, acreditaram em Cristo como Salvador.
Eis a questão:
“Caro irmão Jonas,Boa Noite! Estou aqui de novo, para mais uma dúvida.

Pode uma pessoa que nunca agradou a Deus, sempre levou uma vida de crimes, drogas, roubos, matou pessoas e que na hora da sua morte lhe é apresentado o plano de salvação e ela aceita e no mesmo instante morre, pode ser considerada salva pela graça de Deus.

Ao questionar este tema na EBD me falaram do exemplo do ladrão na cruz que foi salvo por Cristo (ainda hoje estarás comigo no paraíso) ao fazer um estudo sobre o tema fiquei pensativo sobre o "ainda hoje" pois Cristo ressuscitou e ficou na terra se não me engano por 30 dias).

Pelo pouco que conheço da bíblia existem várias passagens e ensinamentos de como devemos proceder para termos  a graça de Deus no dia do julgamento final e mesmo assim não estaremos livre do julgamento.

O Novo Testamento ensina que precisamos, aceitar a Cristo, pedir perdão de nossos pecados, conhecer a palavra de Deus e ser batizados nas águas para sermos salvos (Marcos 16:16; João 3:5; Atos 2:38; 22:16; Romanos 6:4; 1 Pedro 3:21, etc...

A salvação do ladrão prova que não temos que aceitar a Cristo, pedir perdão de nossos pecados, conhecer a palavra e ser batizados para sermos salvos?

RESPOSTA:



Vejo como positivo a vontade do leitor em caminhar pelas Doutrinas contidas na Bíblia. Isto demonstra uma vontade de crescimento que aliada ao poder iluminador do Espírito Santo, proporciona uma excelente arma na evangelização e salvação de almas. Quando o Apóstolo Pedro fala em Culto Racional, fala justamente disto. A Fé deve vir acompanhada do Estudo Bíblico (embora algumas igrejas negligenciem esta parte), ou seja, a aquisição de alimentos sólidos. Ocorre que, a busca da sabedoria deve ter uma base bíblica, posto que falamos da sabedoria que vem do alto. A este respeito, o apóstolo Paulo, escrevendo a Timóteo, ensina: “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos da liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-a concedida.” (Timóteo 1.5)
O homem natural e que está inserido no mundo com sua pecaminosidade, de fato não agrada a Deus. Portanto, pode ser intelectualmente desenvolvido, um gênio, mas não possui sabedoria. Normalmente, o homem que está no mundo,  leva uma vida de concupiscência. Isto não significa que todo aquele que não agrada a Deus, seja um bandido, tendo como parâmetro a lei humana. Existem condutas que não agradam a Deus e que não são ilícitas aos olhos da sociedade. Exemplo disto, é o adultério. O adúltero, aos olhos da sociedade e dos nossos Diplomas Legais seculares (Código Penal, Constituição, Código Civil) não está cometendo nenhum ato ilícito. Mas aos olhos da Justiça Divina, tal cidadão está descumprindo as normas que agradam a Deus. Lembrando que existe ainda a figura do adultério espiritual. Que ocorre quando trocamos a Glória de deus pelos brilhos passageiros do mundo. Outro exemplo, é o chamado vício socialmente aceitável. Não é crime ser tabagista, assim como não é crime ser alcoólatra, mas, sabemos que sendo o corpo o templo do Espírito Santo, devemos cuidar bem dele para agradar a Deus.
Agora vejamos aquela pessoa que sempre teve uma vida desregrada em dissonância dos Diplomas Legais Seculares (Código Penal; Lei das Contravenções Penais e outras que regulam a vida em sociedade). Imaginemos uma pessoa que sempre levou uma vida dissoluta e nunca foi colhida pelas malhas da justiça humana. Do ponto de vista jurídico, todos são inocentes até que seja concluído o ato jurídico perfeito, ou seja, até que se transite a sentença em julgado, não cabendo mais nenhum recurso. Tal pessoa é inocente aos olhos da justiça dos homens. Mas aos olhos da justiça de Deus ela não é inocente. E em seu leito de morte, um crente lhe falou que Cristo Salva, Liberta e leva para o Céu. No seu íntimo, tal pessoa aceita a Cristo como seu legítimo, suficiente e único salvador. Com sinceridade aceita o sacrifício vicário executado no madeiro. E nos últimos instantes se entrega para o poder libertador da Justiça Divina. O que acontece? Ele se torna posicionalmente justo imediatamente. A salvação é imediata.
A primeira coisa que temos que fazer para entender esta questão é nos despirmos de todos os nossos pensamentos naturais e desejos egoístas de julgar o próximo. Do ponto de vista humano, tal fato não é aceitável. Mas não devemos nos esquecer que quando aceitamos a Cristo, passamos a ser governado pelas Leis Divinas e pela Constituição do Crente que é a Bíblia Sagrada. É por isto que, embora não possamos julgar como homens; podemos fazê-lo à luz da Bíblia. A Doutrina julga e os servos fiéis têm o dever de aceitar seu veredicto.
Vejamos o funcionamento do Tribunal de Justiça de Deus da seguinte maneira:
·         Deus é o Juiz
·         Jesus é o Advogado de Defesa
·         O Espírito Santo é Testemunha
·         O Diabo é o Promotor/Acusador
Precisamos entender o conceito bíblico de  JUSTIFICAÇÃO para compreendermos o mecanismo de funcionamento da Justiça de Deus. Estudiosos da Bíblia afirmam que a Justificação é o ato que Deus utiliza para que  por intermédio de sua Graça, os seres humanos venham a ser perdoados de sua culpa. A base inequívoca desta justiça pode ser encontrada no livro de Romanos, quando vemos que o advogado de defesa (Jesus) antecipadamente cumpriu a lei no lugar dos seres humanos, e mais além sofreu todos os sofrimentos que eram a nós destinados.  Entrando a morte no mundo por meio de um só homem (Adão), e muitos morreram por causa disso. A Graça superabundou, por meio de um só homem (Jesus) sobre muitos.  A desobediência de Adão permitiu que muitos se perdessem, a obediência de Cristo permite que muitos sejam resgatados. Confira Romanos 5.12-21

A justificação das pessoas ocorre através da Fé que é dada pelo Espírito Santo. Precisamos lembrar que a justificação é a absolvição perante o tribunal de Cristo. Ora, se somos declarados justos ao aceitarmos o sacrifício de Cristo, podemos concluir com facilidade que se isto pode acontecer antes de exalarmos o último sopro de vida, é perfeitamente válida a nossa declaração de justo. Ocorre que nem por isto, vamos contar com a sorte.  Lembremos que a Bíblia ensina a procurar a Deus enquanto se pode achá-lo e devemos buscá-lo enquanto ele está perto.

Partindo da premissa de que fosse impossível uma conversão aos moldes da questão exposta (nos últimos momentos da vida) jogaríamos por terra todo o trabalho de Capelania, que ocorre inclusive nos Centros de Tratamento Intensivo, locais de concentração de pessoas com a saúde frágil. Outrossim, teríamos que nos preocupar em levantar a vida pregressa de cada pessoa para a qual pregássemos. Graças a Deus, tal não acontece.
Por falar em Graça. É esta escandalosa Graça, que a natureza do homem não entende.
Biblicamente a Graça é:
·          O amor de Deus que além de salvar as pessoas as tornam um com Ele.
·         A soma das bênçãos (que mesmo sem merecermos) recebemos das mãos misericordiosas de Deus.
·         É a sustentação pela influência de Deus que nos permite uma vida de fidelidade e firmeza na Fé.

O irmão relata haver estudado que Cristo ficou por trinta dias na terra após sua ressurreição.  A ressurreição é a prova cabal de seu triunfo sobre as hostes da morte. Sem ressurreição não há que se falar em Evangelho. A este respeito devemos lembrar que o tempo de Deus não é o nosso tempo. Se Cristo disse que o “bom ladrão” estaria com ele no paraíso naquele mesmo dia. É crível, sem muita dificuldade ou especulação. Quanto a isto não contestamos os principais atributos de Deus: Onipotência, Onipresença e Onisciência. Se assim não fosse, diríamos que a vitória foi do sepulcro.  É muito comum esquecermos que os dias de Deus não são como os nossos dias humanos.  O hoje de Cristo não é um futuro próximo, como o nosso. Mas é imediato. Devemos nos perguntar o que Deus fez nos três dias que estava desencarnado? Ele triunfou sobre as hostes espirituais da maldade, assim que a morte na cruz foi concluída.  Confiram o Salmo 68. Podemos na pequenez de nossa mente, imaginar o Cristo entrando pelas portas das profundezas e esta  ficou iluminada. Os espíritos malignos tapando os olhos, porque a Luz do Rei machucava-lhe as vistas. Ele então tomou as chaves do inferno. Conforme descrito em Apocalipse 1.18. Que momento Cristo tomou as chaves da morte e do inferno. No momento em que morreu e triunfou sobre a morte.  Devemos lembrar que Cristo era naquele momento Espírito.


Outrossim, devemos lembrar do ensinamento do apóstolo Paulo:

“E a Graça foi concedida a cada um de nós segundo a proporção do dom de Cristo.
Por isso diz:
Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens.
Ora, que quer dizer subiu, senão que também havia descido até as regiões inferiores da terra? Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para encher todas as coisas.” (Efésios 4.7-10)

Cativeiro segundo o Dicionário Vine:

2. aichmalosia ( ... ), “cativeiro”, o substantivo abstrato em contraste com o n" 1, o substantivo concreto, e encontrado em Ap 13.10 e Ef 4.8. onde diz: “Levou cativo o cativeiro” (“uma multidão de cativos” ), parece ser uma insinuação a procissão triunfal com a qual uma vitoria era celebrada, na qual os “cativos” tomavam parte em sua formação (veja Jz 5.12). A citação e do SI 68.18. e  provavelmente uma expressão convincente para se referir a vitoria de Cristo, mediante a Sua morte, sobre os poderes hostis das trevas. Uma sugestão alternativa e que, na ascensão, Jesus Cristo transferiu os santos remidos do Antigo Testamento do Sheol para a Sua presença na glória.' (Vine, Unger, & JR.)

O reconhecimento de que Jesus era de fato o Messias, fez com a que Graça de Deus, justificasse o ladrão. 
Esta singular conversão, por sinal, é mencionada somente pelo Evangelista Lucas. Quando lemos os sinóticos Mateus e Marcos, vemos que esta conversão não ocorreu.
Vejamos:
“E o mesmo lhe lançaram também em rosto os salteadores que com ele estavam crucificados.” (Mateus 27. 44) (ARC)[2]
“E os assaltantes que haviam sido crucificados com ele também lhe faziam as mesmas acusações.” (Mateus 27.44) (NBV)[3]
“E até os ladrões que foram crucificados com Jesus também o insultavam” (Mateus 27.44) (NTLH)[4]
“E os mesmos impropérios lhe diziam também os ladrões que haviam sido crucificados com ele.” (Mateus 27.44) (ARA)[5]
“Do mesmo modo, também os dois bandidos que foram crucificados com Jesus o insultavam.” (Mateus 27.44) (EP)[6]

Não citaremos o contido em Marcos devido à semelhança. Nos escritos de João, também não consta a conversão deste ladrão. Contudo isto não invalida o contido na Bíblia.

Vejamos Lucas:

“E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós.
Respondendo, porém o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação?
E nós na verdade, com justiça, porque recebemos o que nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez.
E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu Reino.
E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.” (Lucas 23. 39-43) (ARC)
 O paraíso é descrito como sendo o “terceiro céu” descrito por Paulo em sua Epístola aos Coríntios.

“No momento em que tudo parece perdido, Jesus se mostra portador da Salvação. Ele anunciou a salvação aos pecadores, durante a sua vida; agora na cruz, a oferece ao criminoso. Jesus não está sozinho na cruz. Acompanham-no todos aqueles que são condenados por uma sociedade que não aceita o projeto de Deus e que clamam: “Lembra-te de nós!” (Bíblia Sagrada: Edição Pastoral, 1990)

O equívoco do leitor:

A salvação do ladrão prova que não temos que aceitar a Cristo, pedir perdão de nossos pecados, conhecer a palavra e ser batizados para sermos salvos?”

Neste ponto, foi colocada em uma só questão uma sequência de Doutrinas Bíblicas.
O ladrão aceitou a Cristo? Sim!  E sim! Lembrando que a Bíblia fala em Crer e não em aceitar.
Não existe uma fórmula para dizer que aceitamos a Cristo como nosso Salvador. Inúmeras conversões acontecem, sem que a pessoa faça uma confissão pública oralmente. Temos casos de pessoas que vão se transformando, indo à igreja, dando testemunho de que Cristo entrou em sua vida. Este apelo que se faz ao final de cada culto, visa dar a oportunidade de que a pessoa seja conhecida pela congregação.
O ladrão fez uma confissão pública de seus pecados reconhecendo que merecia aquela morte de Cruz. Ao mesmo tempo reconheceu a inocência de Cristo e reconheceu que Ele era Rei de um reino que não era este mundo. Reconheceu portanto a soberania de Deus. Não podemos tratar levianamente a clemência que Deus mostrou para com um pecador arrependido.
Reconhecer suas faltas. Pedir a Jesus que se lembre dele. Esta é a benção da Graça superabundante. Ao vivo, direto com o Messias.
Portanto, vejo que o ladrão redimiu-se, pois se arrependeu e se entregou a Jesus. Podemos traduzir as entrelinhas como se o ladrão dissesse: “Senhor, faça em mim conforme a tua vontade.”
Conhecer a Palavra não Salva ninguém.
Exemplo disto é o Diabo. O Diabo é sem dúvida o maior teólogo que existe neste mundo. A sua demonstração de conhecimento da Palavra, é encontrada no episódio da tentação de Jesus no deserto. Conhecer a palavra e não deixar-se transformar por ela, nada significa. Quando aprendemos que a Bíblia foi traduzida muitas vezes por transliteração, e que muitos termos não encontravam equivalência na nossa língua, podemos entender porque a Santificação assume seu caráter de dependência da graça.
Tornar-se santo não é melhorarmos moralmente, mas sim dependermos totalmente da graça misericordiosa de Deus. A melhora ética e moral é produto da graça que age em nós. Não somos santos porque conhecemos a palavra, mas porque a graça testemunha a palavra em nós.
Como exigir do ladrão que conhecesse a Palavra. No que respeita ao Novo Testamento ele nem havia sido escrito. Quanto ao Antigo, podemos ver um breve brilho, quando este reconheceu que Cristo era o Messias. E como exigir um batismo naquelas condições?
 Quando aceitamos a Cristo, reconhecendo-o como nosso único, suficiente e legítimo Salvador, somos justificados. Fato este que acontece, após o arrependimento. Se não ocorre o arrependimento, é porque não estamos prontos para Cristo. A aceitação, (lembrando que a Bíblia não fala em aceitação, e sim, em Crer)  de Cristo segue-se ao arrependimento. 
1)    Arrependimento que compreende: Reconhecimento do pecado absoluto; Tristeza dolorosa e abandono completo do pecado.
2)    Fé: Dizer não ao pecado e dizer sim a Deus.
3)    Conversão: Virar para a direção oposta. E crer em Deus.
4)    Justificação: Ato pelo qual o pecador é declarado posicionalmente justo. (Cf Romanos 3. 24-26)
Se o moribundo aceitou a Cristo é porque  se arrependeu de algo que lhe infligia culpa.  A salvação não está atrelada ao processo de conhecer a palavra e ser batizado.
Batismo não salva. Batismo é para os salvos. O ato de passar pelas águas é a assunção pública perante a congregação de que agora, como discípulos de Cristo, somos novas criaturas.  O simbolismo do batismo comporta: Morte, sepultamento e ressurreição espiritual. Assim como ocorreu com as pessoas que estavam na Arca. Com os Israelitas que atravessaram o Mar Vermelho debaixo da nuvem.
“Ora, irmãos não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos sob a nuvem, e todos passaram pelo mar, tendo sido batizados, assim na nuvem como no mar, com respeito a Moisés.” (1 Coríntios 10.2)
 O batismo embora seja uma ordenança, não é conditio sine qua non[7] para a salvação. Representa uma antecipação da morte e ressurreição em Cristo Jesus.

Por ser esclarecedor citamos:
Símbolo é o sinal, ou representação visível, de uma verdade ou idéia invisível; por exemplo, o leão é símbolo da força e da coragem; o cordeiro,  da mansidão; o ramo de oliveira, da paz; o cetro, do domínio; a aliança, do casamento; e a bandeira, do país. Os símbolos podem ensinar grandes lições; quando Jesus amaldiçoou a figueira ensinava o destino do judaísmo infrutífero e a lavagem dos pés dos discípulos de Jesus ensinava a sua descida do céu para purificar e salvar, e o serviço humilde requerido de seus seguidores. 2. Rito é o símbolo que se emprega com regularidade e intenção sagrada. Os símbolos tornam-se ritos quando empregados desta forma. A imposição de mãos na ordenação, e o cumprimento apertando a mão direita em sinal de companheirismo são exemplos de ritos autorizados na igreja cristã. 3. Ordenança é um rito simbólico que destaca as verdades essenciais do reino de Cristo. Ordenança nenhuma é um sacramento no sentido católico romano; mas, como o sacramentum era o juramento que o soldado romano prestava de obedecer ao seu comandante ainda que a preço da morte; do mesmo modo, o batismo e a ceia do Senhor são sacramentos, no sentido de representarem os votos de aliança com Cristo, o nosso Senhor”. (Strong, 2003)

A guisa de conclusão:

A crucificação de Jesus entre dois ladrões, e a escolha destes, reflete o destino da humanidade. Não uma segunda ou terceira via. Jesus é o único caminho, ou o aceitamos e vamos para o céu, ou nos deixamos arrastar pelo pecado para a condenação eterna. Não há como humanos que somos prever a hora em que nos depararemos com a morte. Pode ocorrer de não termos tempo para um arrependimento e aceitação de Cristo. Por isto devemos estar vigilante, os que já o aceitaram, devem agora procurar crescer na Palavra.
Crescer na Palavra, não é saber a Bíblia de cor e tampouco ser o supra-sumo em Bíblia, Mas deixar se transformar cada vez mais, no discípulo que agrada a Cristo. Há duas formas: ORAÇÃO E PALAVRA.
Crescer na Palavra é cada vez mais sermos dependentes da graça e do Espírito de Deus para conduzirmos a nossa vida.
Acordamos de manhã: Oração
Vamos trabalhar: Oração
Estamos no ônibus, ou carro, ou a pé: Oração
O conselho válido é “Orai sem Cessar”.
Ao lado disto nos alimentarmos com a Bíblia. Buscar a sabedoria. Não devemos nos preocupar com aquilo que pode se tornar especulação, na Bíblia. Cristo é o único Salvador da humanidade e contra isto não há argumento doutrinário que refute.
Por ser o mesmo sempre, Ele até hoje, vela por sua Palavra.
O criminoso aceitou a sentença imposta pela justiça humana, reconhecendo seus erros. Partiu então do reconhecimento de sua condição (arrependimento) para o reconhecimento da verdadeira condição messiânica de Cristo. Vemos a superação que o ladrão teve, até mesmo em relação aos discípulos que andaram com Jesus, e o abandonaram. Vemos Coragem, Fé e Testemunho.

BIBLIOGRAFIA:
Bíblia Sagrada Nova Tradução na Linguagem de Hoje. (2005). São Paulo: Paulinas Editora.
Bíblia Sagrada: Edição Pastoral. (1990). São Paulo: Paullus.
Nova Bíblia Viva. (2010). São Paulo/SP: Mundo Cristão.
Oliveira, R. F. (2006). Doutrinas Bíblicas: Uma introdução à teologia. Campinas/SP: EETAD.
Strong, A. H. (2003). Teologia Sistemática (Vol. II). São Paulo/SP: Hagnos.
Vine, W., Unger, M. F., & JR., W. W. Dicionário Vine. CPAD.
Zimmer, W. K. Dicionário da Bíblia de Almeida. SBB.


















[1] Servo de Deus. Congrega na Assembleia de Deus Missões na cidade de São João del-Rei/MG. Graduado em Filosofia pela UFSJ. Estudante de Filosofia pela EETAD.
[2] Almeida Revista e Corrigida.
[3] Nova Bíblia Viva.
[4] Nova Tradução na Linguagem de Hoje.
[5] Almeida Revista e atualizada.
[6] Edição Pastoral
[7]  Sem o qual não pode ser.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comente com Responsabilidade. Lembre-se da máxima, o nosso direito termina onde começa o direito do outro. Além de tudo, mesmo que divergentes em opiniões, somos Cristãos.